| Emidio Pereira Quem vê as mais recentes produções de um artista muitas vezes não aquilata a experiência que sustenta
a Obra. EMIP tem sua história gravada nas muretas dos canteiros da Praça da República, ali, titubeante, desenhou os primeiros rostos ao vivo. Mais tarde, anos passados, foi procurado por clientela que queria ser retrada
pelo exímio desenhista e por progamadores de eventos que queriam sua performance, como foi na 2ª Paranapoarte. Seus anseios de projeções e desenvolvi-mento o fizeram experimentar temas que ficavam a desejar, dado agora a anseios,
sua óptica volve às paisagens calmas onde transmitem tranqüilidade e sossego. Levado pelas pescarias e aventuras. Jovem ainda, descobre que a pintura torna-se ainda mais serena através da mansidão e brilho de suas Águas.
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